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Dear Agony

30 de abr. de 2013


Bom, tenho percebido que minha forma de escrever desde que retomei o blog mudou bastante, e muito disso se deve às músicas que escuto para me trazer inspiração – a maioria delas tristes, depressivas, e que refletem o que redijo.
Enfim, reativando a tag musical, trarei para vocês hoje as músicas depressivas que mais me inspiram na hora de escrever. (Deixo claro que não me responsabilizo se alguém resolver cortar os pulsos enquanto lê esse post.)



  • No Surprises - Radiohead
Dizer o nome da banda já parece ser o suficiente para mim. Thom Yorke tem uma voz incrível, e é impossível - ao menos para mim - não se arrepiar ouvindo-o cantar. Radiohead é uma daquelas bandas das quais você nunca se cansa... E, caramba, eles são incríveis!

"No alarms and no surprises please (let me out of here)" (como não amar?)
 

  • Porcelain – Red Hot Chili Peppers
Red Hot também é uma daquelas bandas que nunca enjoam! Sou uma grande admiradora do trabalho deles, mas confesso que "Porcelain" foi uma surpresa para mim que estava acostumada a músicas agitadas e animadas, mas foi uma ótima surpresa. Primeiro: A voz de Anthony Kiedis é simplesmente emocionante. A tristeza que ela evoca é transmitida para quem ouve. E depois vem o baixo... Combinação perfeita com a guitarra e bateria... E putz, Flea é o cara! Melhor baixista da atualidade, só acho. 

"Porcelain/ are you wasting away in your skin/ are you missing the love of your kin/ nodding and melting and fading away"


  • World Behind my Wall – Tokio Hotel
Conheci a banda Tokio Hotel quando tinha uns doze ou treze anos, e foi amor a primeira vista. Mas foi só. Com o passar do tempo simplesmente me esqueci deles, mas há uns dias atrás resolvi relembrar o passado e baixar algumas músicas deles... E a primeira que me veio a cabeça foi essa mentira, foi “Darkside of the Sun”, mas whatever... Eu não sei bem o que me encanta nessa canção... Não sei se é a delicadeza de Bill Kaulitz cantando... Não sei se é o piano... Não sei se é simplesmente a saudade da pessoa que eu era quando ouvi a música pela primeira vez...

 
 "I'm ready to fall./I'm ready to crawl on my kness to know it all./I'm ready to heal./I'm ready to feel./ Take me there!"
 
 
  • ·         Astronaut – Simple Plan
    Simple Plan é uma das poucas bandas de pop rock que escuto e respeito mas só porque eles gravaram a música do Scobby-Doo. Comecei a ouvir “Astronaut” antes de voltar para casa e, caramba!, a música descrevia perfeitamente a forma como me sentia perdida e indecisa... Cada frase, cada letra... Era como se eu mesma a tivesse escrito.

    "I'm deafened by the silence/ Is it something that I've done?/ I know that there are millions/ I can't be the only one who's so disconnected/ It's so different in my head."



    •  Iridescent – Linkin Park
      Não gosto de Linkin Park. Já gostei, mas assim como Tokio Hotel, me esqueci deles e hoje em dia suas músicas só me irritam. Porém, ao contrário de mim, meu cunhado é fã deles, e depois de pegar seu cartão de memória emprestado, me peguei ouvindo suas músicas por acidente... E aí me deparei com “Iridescent”, e a letra era perfeita para mim, descreve como me sinto no momento. Sabe quando você precisa deixar os sentimentos ruins irem embora para poder se salvar? Então, é disso que a música se trata. E, caramba!, por que pianos soam tão depressivos para mim?
       

      "Do you feel cold and lost in desperation/You build up hope but failure's all you've known/ Remember all the sadness and frustration/ And let it go/ Let it go"



      P.S.: Sim, para mim essas músicas são totalmente depressivas - e inspiradoras.
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Bandas que você (Provavelmente) não Conhece!

1 de set. de 2012


Bom, hoje trago a vocês a segunda parte da tag “Crítica Musical”. Mas dessa vez, sem merda de regionalidade ou revolta. Não. Meus caros, dessa vez lhes apresentarei cinco bandas (boas), e das quais vocês provavelmente nunca ouviram falar. De MPB a rock, passando pelo blues. Estão prontos?




  




Cogumelo Plutão – Banda de folk rock brasileira formada em 1994, são os autores da música “Esperando na Janela” (sucesso na novela “Laços de Família). Tem apenas um álbum gravado, “Biblioteca de Sonhos”( a banda foi desativada em 2003, quando o vocalista descobriu ser portador de um aneurisma raro). Neste álbum, notam-se músicas com letras românticas, e que sempre me fazem pensar em adolescentes idiotas apaixonados.
Várias canções de Cogumelo Plutão foram regravadas por outros artistas, tais como: Zezé di Camargo e Luciano, Angélica, Luiza Possi, Rionegro e Solimões, etc. Além disso, o vocalista  Blanch é o autor do sucesso “Beijar na Boca”, gravado por Claudia Leitte.

Breaking Benjamin – Banda americana de rock alternativo, já lançaram quatro álbuns de estúdio. Atualmente, o grupo está passando por uma crise, depois que dois membros foram demitidos pelo vocalista Ben Burnley. Os maiores sucessos da banda são: “Breath”, “Give me a Sign”, e “The Diary of Jane”, (esta última vocês podem conferir no vídeo logo abaixo ):


Seu Chico – Banda de artistas e compositores pernambucanos que homenageiam Chico Buarque. Segundo matéria publicada no jornal “O Globo Online”, a banda mostra o olhar da novíssima geração sobre obra do artista. Porém, o grupo faz mais que mero cover. As músicas do saudoso Chico ganham arranjos diferentes, algumas estrofes são rearranjadas e a intenção é por o público para dançar.

Belle & Sebastian – Formada no Reino Unido em 1996, a banda de indie pop tem nove álbuns de estúdio e um ao vivo. O nome do grupo foi inspirado no livro infantil do escritor francês Cécile Aubry (Livro que narra a história do menino Sébastien e seu cachorro Belle). Abaixo, o vídeo da música “I’m a Cuckoo”, minha música favorita deles, e que me faz ter vontade de sair cantando/pulando/dançando (é necessário frisar que pouquíssimas músicas me trazem este sentimento). 

Blues Etílicos – Mais popular banda de blues brasileira, recordista em público nos shows e em vendagens de CD’s no segmento, a banda comemorou 25 anos de carreira em 2010.
O Blues Etílicos já lançou 10 CDs, abrindo shows para B. B. King, Buddy Guy, Robert Cray, Sugar Blue, Ike Turner, Magic Slim e muitas outras atrações internacionais.
A empatia do grupo com o público deve-se à originalidade de compor tanto em inglês quanto português. O vocalista norte americano Greg Wilson confere autenticidade e sotaque correto às canções em inglês. Os solistas de gaita e guitarra, Flávio Guimarães e Otávio Rocha, se destacam nos solos, acompanhados pela bateria cheia de swing de Pedro Strasser, e Cláudio Bedran, no baixo.







Fontes: 

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Entrevista STJ: Banda #ROAM

30 de jul. de 2012


Caros leitores, hoje trago para vocês uma grande novidade: De agora em diante, teremos mensalmente entrevistas com bandas amadoras. E para começar mais do que bem lhes apresento #ROAM.

#ROAM é uma banda de pop rock formada em 2011 na cidade de Entre Rios de Minas. Bruno Faria é o vocalista, Dudu Coelho nos vocais, guitarra e violão, Adilson Alves na guitarra, Douglas Reis no baixo e Nandinho na bateria.

Bruno Faria
Com influências que vão de Audioslave a U2, Jimi Hendrix a Iron Maiden, Detonautas a Jota Quest, a banda vem buscando seu espaço no cenário musical regional, e tem tudo para ganhar cada vez mais destaque, tudo isso com muita dedicação e amor a música.
Qual a origem do nome “Roam”?
O nome da banda significa “baderna”, bagunça. Resolvemos escolher este porque no começo éramos carentes de organização (risos). A banda sempre ensaiou num cubículo, tendo em vista que somos cinco, dá para imaginar a frustração que é querer convidar os amigos pra curtir o ensaio.
Quando começaram a banda, e por que quiseram montar uma?
Quando iniciamos esse projeto, tínhamos receio de tentar algo mais sério, pois todos nós já tocamos em diversos projetos que não deram em nada, e em alguns casos restaram-nos apenas inimizades e frustrações. Com a #Roam, vimos a possibilidade de fazer diferente. Somos todos amigos de infância e conhecemos bem uns aos outros, todos os defeitos e virtudes.
Adilson Alves

Vocês se lembram do preço dos primeiros instrumentos? Onde eles foram comprados? Marca?
‘Tá’ aí um dos motivos pelos quais é difícil se montar uma banda. Quando éramos mais novos e não tínhamos renda fixa, era quase impossível ter instrumentos bons. Os ensaios eram ruins e os shows piores ainda. Não havia qualidade, motivo pelo qual nos desmotivávamos a tocar ao vivo. Hoje a maioria dos músicos trabalha noutro ramo, mas leva a música como primeiro plano, não visando status e muito menos dinheiro, mas sim proporcionar o que acreditamos (a música) de verdade e fazendo com o coração.
SITES DA BANDA: - Site Oficial - Fan Page no Facebook
Quando Você Chegar(Acústica) - #ROAM 
Apresentação na 53ªFesta da Colheita de Entre Rios de Minas, na qual eu fui e tive o prazer de entrevistar os meninos da banda. Simplesmente incrível! Vejam o vídeo, e deixem que a letra toque seus corações.

Tem composições próprias?
Quando Você Chegar (Dudu Coelho); Depois do Sol (Dudu Coelho); Por tantas vezes (Adilson Alves) & Meu Chão (Camila Resende / Dudu Coelho).
(Para os membros que não namoram) Quais as reações das meninas das quais vocês estão a fim quando dizem que tem uma banda?
Acreditamos que aquela era das “Marias Bandas” acabou com o tempo. Hoje a música é muito mais comercializada pelo lado marketing da coisa. Os cantores ficam muito mais tempo na frente do espelho do que estudando música. Mas nós somos levados pelo prazer de tocar e mostrar o nosso som, dessa forma acreditamos que hoje não adianta apenas ter talento, é preciso ter beleza pra conquistar as meninas (risos). Acho que é por isso que não estamos nos dando bem com as mulheres, porque estamos mais preocupados em estudar música do que limpar o espelho (risos).
Dudu Coelho

Qual o maior apuro que já passaram, seja num show, ensaio, etc.?
Nunca passamos por grandes apuros, até porque a banda é muito nova, mas certa vez o Adilson estava tão nervoso que foi para o show e esqueceu seus instrumentos. Foi uma coisa bem engraçada (risos).
O que vocês sentem quando tocam e veem o brilho nos olhos da galera?
É incrível ver o público cantando junto e apoiando a banda. Isso (a animação) é essencial! Certa vez tocamos num lugar em que haviam cerca de vinte pessoas, mas eles agitaram o show do início ao fim. Preferimos esses vinte animados a uma multidão baixo astral!
Quais as maiores dificuldades, em sua opinião, que se tem hoje em dia ao começar uma banda? É possível reverter isso? Como?
A maior dificuldade é que a mídia hoje em dia, é basicamente sertaneja. O rock perdeu seu espaço, mas acreditamos que ele vai ressurgir e voltar com tudo, e um dos motivos que nos faz crer nisso é o filme que conta a vida de Renato Russo, “Somos Tão Jovens”, que será lançado em outubro.
Um recado para os fãs?
Apurem os ouvidos! (risos).
Nandinho

Douglas Reis


Com a voz, os fãs:
Representando todos os fãs da banda #ROAM, apresento a vocês, Camila Resende. (Em todas as entrevistas convocarei um fã para expor suas opiniões sinceras a respeito da banda).
O que você acha da banda?
Eu acho que a banda tem um potencial enorme, acredito muito nos garotos, eles têm um repertório bacana e se esforçam muito pelos seus objetivos. Acompanhar uma banda desde a sua formação e acreditar nos seus sonhos como se fossem os meus é simplesmente inexplicável. Os garotos merecem tudo isso e muito mais, e tudo que vier será fruto de muita dedicação.
O que os diferencia das demais?
Tem muitas coisas, mas as mais peculiares são as lindas composições que tocam lá no fundo. Eles tem uma sensibilidade para compor, uma paixão, uma inspiração que não se encontra em muitas bandas. Além disso, eles são diferentes porque quatro dos cindo integrantes cantam e tem esse espaço, esse momento no palco.
Se pudesse descrever #ROAM com apenas uma palavra, qual seria?
Harmonia, não digo só a harmonia entre os integrantes, mas também a harmonia perfeita dos instrumentos, que nos levam junto com a melodia. E porque não harmonia entre a banda e o publico que pula, dança e se envolve a cada canção?!


 O Sol - #ROAM 




Agradecimentos:
Karolina Hugo
Camila Resende
Banda #ROAM

Da Esquerda para a Direita: Bruno, Adilson, Douglas, Dudu e Nando
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CC: Frases do Clube da Luta

11 de jul. de 2012


Esta postagem é dividida em duas partes: A segunda se trata das frases do Clube da Luta. Para ver a primeira (CC: Clube da Luta), clique AQUI

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"...Você é igual à decadência refletida em tudo.Todos fazemos parte da mesma podridão. Somos o único lixo que canta e dança no mundo. Você não é sua conta bancária nem as roupas que usa, você não é o conteúdo de sua carteira, você não é seu câncer de intestino, você não é seu café com leite, você não é o carro que dirige, você não é suas malditas gatinhas.Você precisa desistir. Você precisa desistir. Você precisa saber que vai morrer um dia. Antes disso, você é um inútil.”

“Primeiro você tem que se entregar, primeiro você tem que saber não temer, saber que um dia você vai morrer.”

 “As coisas que você possui acabam possuindo você.”

“Trabalhamos em empregos que odiamos para comprar porcarias de que não precisamos.”

“A camisinha é o sapato de cristal da nossa geração. Você calça um quando conhece um estranho, dança noite toda, depois joga fora, a camisinha, é claro, não o estranho!”

“Quando se tem insônia você nunca dorme de verdade e você nunca acorda de verdade.”
Marla e Jack (Jack é um nome suposto, pois o personagem
não se auto-denomina)

"Se você acordar em um horário diferente e em um lugar diferente, você poderia acordar como uma pessoa diferente?"

"Será que não vou me libertar de suas regras rígidas?
Será que não vou me libertar de sua arte inteligente?
Será que não vou me libertar dos pecados e do perfeccionismo?
Digo: evolua mesmo se você desmoronar por dentro."

“Somos uma geração criada por mulheres.”

“Nós somos uma geração sem peso nenhum na história.”

"É apenas depois de perder tudo que somos livres para fazer qualquer coisa"


  "Eu sou Pulmões de Joe. Sem mim, Joe não poderia levar oxigênio para alimentar as células vermelhas do sangue. Eu sou a próstata de Joe."

 “Por que será que vivemos trabalhando para produzir o que não consumimos e, em troca disso, consumimos o que não nos é útil e temos o que não utilizamos, e, por fim, nunca estamos satisfeitos?”

 “Só depois de perdermos tudo, é que estamos livres para fazer qualquer coisa.”

“Você estava procurando um jeito de mudar sua vida, não podia fazer isso sozinho, tudo que você gostaria de ser sou eu.”
“Tá legal! Agora você vai atirar em seu amigo imaginário perto de 400 galões de nitroglicerina?” (Faz mais sentido depois de ver o filme)

"Todas as formas que você gostaria de ser, este sou eu. Eu tenho a aparência que você queria ter, eu fodo como você gostaria de foder, eu sou esperto, capaz, e o mais importante, eu sou livre de todas as maneiras que você não é.”

 “Escutem aqui, vermes. Vocês não são especiais. Vocês não são um belo ou único floco de neve. Vocês são feitos da mesma matéria orgânica em decomposição como tudo no mundo.”


 “Sem dor, sem sacrifício, nós não teríamos nada."

"Dane-se o que você sabe. Você tem que esquecer o que você sabe, esse é o seu problema. Esqueça o que você sabe sobre a vida, sobre amizade e especialmente sobre você e mim.”


 “Cara, eu vejo no clube da luta os homens mais fortes e inteligentes que já viveram. Vejo todo esse potencial, e vejo ele desperdiçado. Que droga, uma geração inteira enchendo tanques de gasolina, servindo mesas, ou escravos do colarinho branco. Os anúncios nos fazem comprar carros e roupas, trabalhar em empregos que odiamos para comprar as porcarias que não precisamos. Somos uma geração sem peso na história, cara. Sem propósito ou lugar. Nós não temos uma Grande Guerra. Nem uma Grande Depressão. Nossa Grande Guerra é a guerra espiritual... nossa Grande Depressão é nossas vidas. Todos nós fomos criados vendo televisão para acreditar que um dia seríamos milionários, e deuses do cinema, e estrelas do rock. Mas nós não somos. Aos poucos vamos tomando consciência disso. E estamos muito, muito putos."

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