No Surprises, Poema anacrônico sobre solidão e falta de amor

16 de mar de 2013



Sem surpresas, sem amores.
Sigo sozinha pelo meu caminho.
Cruzando rios e estradas distantes.
Você, tão sozinho e cansado,
Tão fraco e distante,
Que nem consegue falar.

Eu sei como é quieto e cheio por aqui,
E as lágrimas embaçam as lentes da vida.
Sem surpresas, sem amores.
Triste e sozinho,
É aqui que encontro a saída.

Para buscar você num cantinho longíquo,
Tão esquecido, tão abandonado.
Presenteado com a dádiva maior de todas,
Sem amor, sem amar,
Dentro de você sei que há amor.

Sem amores, sem surpresas,
Expulsos de casa e esquecidos pela vida.
Abandonados pelo verdadeiro amor,
Faça sua mala e venha comigo.


Por: Laila Silva

4 Opiniões:

Rafael dasp disse...

:S

Vanessa Rabelo disse...

Achei que essa é uma poesia tocante. :)

China CD Recife-PE disse...

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Claudio Chamun disse...

:-)

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